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Este texto cita alguns sinais de alerta, de como uma igreja que começa bem, torna-se numa seita ou, usando uma palavra mais moderna, uma “tribo”.

Talvez alguém possa pensar: “que declaração forte.”

Outros poderão pensar: “Lá vem mais um lavar de roupa suja, cuspir no prato que comeu, devemos deixar para Deus julgar, vamos falar de coisas boas...”

O politicamente correcto é concordar com o pecado. “Os quais, conhecendo a justiça de Deus, que são dignos de morte os que tais coisas praticam não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.” (Rom.1:32). 

Jesus quando andou por cá, ele não foi “politicamente correcto”, ele tocou com o dedo na ferida dos doutores da lei, dos Fariseus e dos Saduceus que contaminavam o coração do povo. O Evangelho detesta injustiças, mas ama a justiça e a verdade, não podemos defender a justiça e a verdade calados, impávidos e serenos. Tudo de bom que a sociedade conquistou, custou sangue e suor, assim sendo, discordo com alguns colegas meus, que escolhem estar calados, serenos e só falar de coisas boas, dos versículos cor de rosa. 

O conselho de Gamaliel tem sido muito mal interpretado, este conselho vem descrito em Actos 5:32-40, quando a certa altura ele diz: “ Se esta obra é de homens, se desfará, mas se é de Deus, não podereis desfazê-la...”

É desta frase que as seitas se alimentam, para se justificarem diante da tribo. Temos que entender que este conselho é circunstancial, Deus usou esta frase para que os discípulos do Senhor não fossem presos. Esta frase não é doutrina de Jesus Cristo, pois se assim fosse, então o Budismo, o Hinduísmo, a Bruxaria e até o próprio diabo já tinham-se desfeito. 

O ano do jubileu acontecia de 50 em 50 anos: “Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos”. 

(Levítico 25:8). Ou seja, sempre no quinquagésimo ano. Os principais objectivos desse ano especial separado por Deus era que o povo vivesse um ano de libertação, isto é, um ano de perdão de dividas. 

O propósito é que a riqueza não se concentrasse em poucas pessoas. 

As regras eram simples, seguem algumas:

1º A terra que usavam pertence a Deus. Assim ninguém poderia reclamar donos de território. Deus deu a terra e exigia que aproveitadores não fossem beneficiados, que houvesse respeito pela terra e pelo direito de todos de usufruir dela de alguma forma, inclusive os escravos. 

2º As pessoas deviam voltar as suas possessões iniciais: Deus havia dado a terra prometida e repartido entre as tribos de Israel. Transacções comerciais aconteciam e vendas de terras eram comuns, mas no ano jubileu tudo deveria voltar aos primeiros donos. Com isso Deus impedia especulações e acumulação de património, que enriquecia alguns para dominar outros, explorando pessoas. (Levitico 25:13

3º O preço das transacções deveria obedecer ao número de anos que ainda faltava para chegar ao ano do jubileu. Se faltasse muito, o preço seria mais caro, se faltasse pouco, mais barato. (Levitico 25:14-17). 

Terá Deus falhado na criação do homem? Porque é que Deus criou Lúcifer?

Em primeiro lugar, poucos sabem que o mal sempre existiu, mesmo antes da queda de Satanás e da do homem como antítese conceitual do bem.

Deus é o padrão da santidade e a santidade é o padrão de Deus. Deus é o padrão de Deus. Nesse sentido, o mal existia como alternativa abstracta e conceitual, pois tudo quanto Deus era em expressão concreta de sua santidade, determinava a existência do mal como conceito alternativo, oposto à maneira real de Deus ser. Donde concluímos que o “bem real” é eterno como expressão da santidade de Deus, mas que o “mal conceitual” também é eterno como antítese do “bem real”.

Em segundo lugar, o mal moral já existia antes da queda do homem na forma da desobediência, perversão e soberba de Lúcifer, anjo decaído de seu original estado de perfeição angelical (Ez.28:14-15 / Is.14:12-15).

Tenho dúvidas que este povo esteja “salvo”!

Ouvimos falar de percentuais de evangélicos, por exemplo, em Portugal fala-se de 0.5% da população, no Brasil fala-se, entre 30% a 40% da população, há até casos, como em algumas cidades Brasileiras que chegam aos 70% dos habitantes, para a realidade Brasileira um número muito grande. Também, países como EUA, Austrália e Coreia do Sul, fala-se de percentuais grandes.

É Pecado viver com ansiedade?

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Não.

Deus ama os ansiosos! “Vinde a mim...Não estejais ansiosos com coisa alguma...”

Deus nos exorta a confiar Nele, porque a ansiedade nos envenena, ela tem o poder para acabar com a vida que tanto queremos preservar. Ela é um veneno, repetitiva, é continuamente um processo de obsessão, ela mata a criatividade. Ao contrário, a paz e o descanso é que são criativos.