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“Haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas, e na terra angustia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas, homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo, porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão o Filho do homem, numa nuvem, com poder e grande glória.”   (Lucas 21:25-27)

"E tornarei as vossas festas em luto, e todos os vossos cânticos em lamentações (...) e farei que isso seja como luto de filho único, e o seu fim como dia de amarguras (...) enviarei fome sobre a terra, não fome de pão, nem de sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor (...)correrão por toda a parte buscando a palavra do Senhor, e não acharão”. (Amós 8:10-12)

O primeiro texto, são palavras de Jesus Cristo, o segundo do profeta Amós. Para além destas citações, existem mais ao longo das Escrituras, em que, claramente o mundo vai experimentar uma aflição tão grande, que ela não terá origem externa, mas interna. Vem do mais profundo íntimo do ser humano, a angustia. Ela está a tornar-se a causa que mais mata, pior que o cancro ou outra qualquer epidemia que a terra já conheceu. Actualmente, ela dá origem a cada 40 segundos uma morte por suicídio. No entanto, quem não se suicida, morre todos os dias um pouco mais.

Este texto cita alguns sinais de alerta, de como uma igreja que começa bem, torna-se numa seita ou, usando uma palavra mais moderna, uma “tribo”.

Talvez alguém possa pensar: “que declaração forte.”

Outros poderão pensar: “Lá vem mais um lavar de roupa suja, cuspir no prato que comeu, devemos deixar para Deus julgar, vamos falar de coisas boas...”

O politicamente correcto é concordar com o pecado. “Os quais, conhecendo a justiça de Deus, que são dignos de morte os que tais coisas praticam não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.” (Rom.1:32). 

Jesus quando andou por cá, ele não foi “politicamente correcto”, ele tocou com o dedo na ferida dos doutores da lei, dos Fariseus e dos Saduceus que contaminavam o coração do povo. O Evangelho detesta injustiças, mas ama a justiça e a verdade, não podemos defender a justiça e a verdade calados, impávidos e serenos. Tudo de bom que a sociedade conquistou, custou sangue e suor, assim sendo, discordo com alguns colegas meus, que escolhem estar calados, serenos e só falar de coisas boas, dos versículos cor de rosa. 

O conselho de Gamaliel tem sido muito mal interpretado, este conselho vem descrito em Actos 5:32-40, quando a certa altura ele diz: “ Se esta obra é de homens, se desfará, mas se é de Deus, não podereis desfazê-la...”

É desta frase que as seitas se alimentam, para se justificarem diante da tribo. Temos que entender que este conselho é circunstancial, Deus usou esta frase para que os discípulos do Senhor não fossem presos. Esta frase não é doutrina de Jesus Cristo, pois se assim fosse, então o Budismo, o Hinduísmo, a Bruxaria e até o próprio diabo já tinham-se desfeito. 

Tenho dúvidas que este povo esteja “salvo”!

Ouvimos falar de percentuais de evangélicos, por exemplo, em Portugal fala-se de 0.5% da população, no Brasil fala-se, entre 30% a 40% da população, há até casos, como em algumas cidades Brasileiras que chegam aos 70% dos habitantes, para a realidade Brasileira um número muito grande. Também, países como EUA, Austrália e Coreia do Sul, fala-se de percentuais grandes.

O ano do jubileu acontecia de 50 em 50 anos: “Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos”. 

(Levítico 25:8). Ou seja, sempre no quinquagésimo ano. Os principais objectivos desse ano especial separado por Deus era que o povo vivesse um ano de libertação, isto é, um ano de perdão de dividas. 

O propósito é que a riqueza não se concentrasse em poucas pessoas. 

As regras eram simples, seguem algumas:

1º A terra que usavam pertence a Deus. Assim ninguém poderia reclamar donos de território. Deus deu a terra e exigia que aproveitadores não fossem beneficiados, que houvesse respeito pela terra e pelo direito de todos de usufruir dela de alguma forma, inclusive os escravos. 

2º As pessoas deviam voltar as suas possessões iniciais: Deus havia dado a terra prometida e repartido entre as tribos de Israel. Transacções comerciais aconteciam e vendas de terras eram comuns, mas no ano jubileu tudo deveria voltar aos primeiros donos. Com isso Deus impedia especulações e acumulação de património, que enriquecia alguns para dominar outros, explorando pessoas. (Levitico 25:13

3º O preço das transacções deveria obedecer ao número de anos que ainda faltava para chegar ao ano do jubileu. Se faltasse muito, o preço seria mais caro, se faltasse pouco, mais barato. (Levitico 25:14-17). 

Terá Deus falhado na criação do homem? Porque é que Deus criou Lúcifer?

Em primeiro lugar, poucos sabem que o mal sempre existiu, mesmo antes da queda de Satanás e da do homem como antítese conceitual do bem.

Deus é o padrão da santidade e a santidade é o padrão de Deus. Deus é o padrão de Deus. Nesse sentido, o mal existia como alternativa abstracta e conceitual, pois tudo quanto Deus era em expressão concreta de sua santidade, determinava a existência do mal como conceito alternativo, oposto à maneira real de Deus ser. Donde concluímos que o “bem real” é eterno como expressão da santidade de Deus, mas que o “mal conceitual” também é eterno como antítese do “bem real”.

Em segundo lugar, o mal moral já existia antes da queda do homem na forma da desobediência, perversão e soberba de Lúcifer, anjo decaído de seu original estado de perfeição angelical (Ez.28:14-15 / Is.14:12-15).