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Muitas vezes, questionamos se estamos a fazer o que Deus tem para nós. Sentimos alguma frustração porque pensamos que temos algo maior para fazer: evangelizar milhares de pessoas, ajudar em determinado país, pregar a palavra de Deus num lugar longínquo... Obviamente que tudo isso é ótimo, mas a vontade de Deus é muito mais simples.

(um texto inspirado em Marcos 2:1-12).

Neste pequeno texto reflexivo, gostaria de abordar a história do paralítico de Cafarnaum, descrita em Marcos 2:1-12. Neste evangelho narrado por Marcos, segundo os testemunhos de Pedro, os milagres de Jesus são bastante evidentes e até ao capítulo 2 são mencionadas três curas milagrosas (a cura do endemoninhado de Cafarnaum, a cura da sogra de Pedro e a cura de um leproso- Marcos 1:21-45). No entanto, enquanto Jesus operava estes milagres, as pessoas questionavam “Que nova doutrina é esta?” (Marcos 1:27), pois Ele falava a vontade de Deus e não ficava pelas curas.

Há situações que surgem e que acontecem na nossa vida sem justificação aparente. Ficamos a pensar “Porque é que isto aconteceu?”, pois acreditamos numa justiça mundana: coisas boas devem acontecer a pessoas boas; e coisas más a pessoas más. Deparamo-nos, igualmente, com a questão “Será que isto veio de Deus ou do diabo?”