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A divindade de Jesus é e será sempre a grande luta da fé! Para muitos, Cristo é alguém iluminado, quase divino, um profeta, um santo que nos é enviado como solução de algo mal resolvido por Deus, ficamos com a ideia de que Deus falhou com a criação, se assim fosse, então, creio eu, quem precisaria de um Messias ou de um Redentor era o próprio Deus e não a criação.

Outros reconhecem Cristo como divino, Filho de Deus, uma espécie de nº2 da divindade, um braço direito de Deus Pai, o tal, a palavra, o verbo que se fez carne. Deus o Pai é o número 1, o Filho é nº2 e o Espírito Santo é o nº3, esta é a visão hierárquica que muitos têm sobre Deus.

O nº2, lá teve que vir para resolver um problema causado pelo homem, neste caso, Adão e sua mulher Eva, pois eles falharam e Deus, teve que enviar o nº2 para resolver o problema da humanidade para perdão de nossos pecados.

Mas afinal! O que é que as escrituras dizem sobre o assunto?

Para muitos, a traição de Cristo é visto como algo imperdoável. O que não falta por aí são os “porteiros de Deus”, aqueles que determinam quais são os pecados que são perdoáveis e os que são imperdoáveis, estes últimos, levam à expulsão de membros, outros porém, podem levar a castigos, que podem ir desde uma simples repreensão à retirada das funções na igreja.

Nós, os cristãos, se não tivermos cuidado podemos correr o risco de ficarmos insípidos. Tudo serve como arma de arremesso e para polarizar ideias, discursos e doutrinas. Quando surgiu o Covid19, várias igrejas seguiram com a decisão de se manterem abertas, com os seus cultos presenciais a funcionarem, outras decidiram fechar as portas e passaram a transmitir os seus cultos online. Logo, logo, surgiram os ataques nas redes sociais, cada um com os seus pontos de vista, mas a ofensa tornou-se a rainha da festa!